Fanny: 17 maravilhosos e perfeitos anos

Há 17 anos atrás Deus me deu o melhor presente do mundo, a Fanny, uma cadelinha linda. Foi resgatada das ruas por uma tia do meu pai, estava em uma estrada de chão no portão de uma granja onde um caseiro disse que um vira-latas havia cruzado com a cadela pastor alemão – e o dono da granja mandou jogar os filhotes na rua. A tia do meu pai então trouxe ela para casa e me perguntou se queria ficar com ela. Eu disse que sim, pois ela pulou no meu colo como se pedisse “não me largue nunca mais”, mas meu pai nao deixou de jeito nenhum…

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Adotando um animal adulto ou idoso

Quando pensamos em adotar um animal, geralmente imaginamos um bebê. Mas que tal dar uma chance a um animal adulto?

Infelizmente, grande parte da população de adultos e idosos que lotam os abrigos é formada por animais que um dia tiveram um lar, uma família, mas que foram descartados por algum motivo fútil. Por melhor que seja o abrigo, por mais dedicados e amorosos que sejam seus funcionários, é impossível dar conta de todos os animais com todo o zelo que teriam (ou tiveram) num lar de verdade.

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Rabisca: As delícias de adotar uma gatinha já adulta

Nesse exato momento, enquanto estou digitando, minha gatinha Rabisca está cochilando e ronronando no meu colo. Eu sei que esse nome “Rabisca” é horrível e minha princesinha merecia um nome melhor. Mas é que meu outro gatinho se chama Rabisco, por ser todo cinzento e descabelado – parece aqueles rabiscos que fazemos a lápis, sabe? E quando ela chegou, tão parecida com ele a ponto das pessoas se confundirem, foi todo mundo logo falando: “caramba, Rabisca!“ e pronto, ficou assim.

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Um gatinho é bom, mas dois é muito melhor!

Ter um gatinho ou dois? Muita gente passa por esse dilema, mas a gente garante que ter dois gatinhos é tudo de bom. Eles dão praticamente o mesmo trabalho que um só – mas dão o dobro de alegrias! Além disso, fazem companhia um ao outro quando estamos fora.

Mas nada melhor do que ouvir o que um próprio felino tem a dizer sobre o assunto. Então recebemos uma participação mais que especial do Borges, o Gato (nome dado em homenagem ao escritor argentino Jorge Luís Borges), contando como foi ganhar sua irmãzinha, a gata Christie (sacaram o trocadilho do nome?). O depoimento do Borges, além de divertido, é lindo. Dá uma lida e diz se você concorda com a gente!

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Sophie: de bebê desprotegida a dona da casa

Sempre que fico vendo fotos antigas da Sophie, de quando a adotei e ela era apenas um bebezinho medroso e desprotegido, faço a mãe babona e fico com os olhos marejados. Quando trouxe a Sophie pra casa, ela era tão frágil e assustada, tão pequequenininha e desprotegida… Tremia, tinha medo de tudo… Era insegura.

Agora olho pra minha filha livre, segura, confiante. Dona da casa! Dá tanto orgulho vê-la assim… ver como cresceu, como se desenvolveu. E saber que fui parte disso me dá uma alegria enorme.

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Uma gatinha de sorte

Quando eu e meu marido resgatamos essa gatinha em fevereiro desse ano, ela estava debilitada e pesava apenas 1 kg e 800 g… era possível contar os ossinhos da costela só de olhar. Hoje, poucos meses depois, ela está bem maior e pesando 3 kg e 900 gr. Uma gata bonita, saudável e muito feliz… que adora correr pela casa e brincar com os outros gatos da família.

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Sorriso e um motivo pra ser feliz

Sorriso é a primeira cadela adotada por nossa família. Ela vivia no estacionamento da Igreja que fica perto da nossa casa. Uma noite, quando eu estava chegando do trabalho,ela me acompanhou até o portão. Ofereci comida e água e a convidei para entrar, mas nada dela aceitar. Por fim, meu marido pegou ela nos braços e colocou ela dentro de casa. Ela tem uma doença mandíbula inferior, que é mais para fora, por isso, parece que ela está sempre sorrindo e dai demos o nome de Sorriso. Essa foto é a primeira dela conosco.

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Nala: tem que ser de raça?

Fazia um tempo que eu estava querendo um gatinho, daí falei à minha mãe que se soubesse de alguém que estivesse dando, eu queria, só que tinha que ser de raça. Minha mãe comentou com uma amiga dela que eu queria e ela disse que conhecia uma pessoa que tinha e ia ver se conseguia pra mim.

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A história do cachorro Magpie, das ruas ao amor de uma família

Magpie é um cão de sorte: apesar de ter passado parte da sua vida nas ruas, sozinho e perdido, acaba sendo resgatado e enfim, adotado por uma família que lhe dá todo amor e carinho que ele sempre precisou.

Assistam aqui a história deste cão, que pode ter se perdido, ter sido abandonado, ou que simplesmente nasceu nas ruas. Desde à dura vida nas ruas até ser adotado por uma nova família. Tudo do ponto de vista do próprio cão!

Se você concorda que todo cão e gato de rua merece uma família, e que nenhum animal deveria ter que passar por esta situação de abandono, pratique e divulgue:

  • ADOÇÃO, porque Amigo não se compra;
  • CASTRAÇÃO, porque Amigo não se vende, e
  • IDENTIFICAÇÃO, porque Amigo não se perde.

O vídeo é uma campanha do grupo Law of the Paw para sensibilizar esta importante mensagem de adotar, castrar e identificar. São as 3 medidas que todos podemos fazer e incentivar, para diminuir a situação caótica destes bichinhos, que não tem culpa de terem sido abandonados e mal tratados pelas pessoas.

Foi legendado pela ONG de proteção animal ObaFloripa

Fonte: ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais