No final de 2011 resolvi criar um projeto de conclusão de curso sobre Guarda Responsável. Estudando sobre o tema eu me dei conta que não há uma raça melhor que a outra, um bichinho de estimação vai te amar independente de sua cor de pele ou classe social. Então deveríamos fazer o mesmo por eles, não é? Foi então que decidir adotar um cachorrinho.
É incrível, mas quando tem que ser, as coisas acontecem de qualquer forma.
Há alguns anos atrás, me prometi nunca mais ter nenhum bichinho, pois sofri demais quando os meus dois cães (um casal de 9 e 12 anos) morreram. Ficamos eu e minha família, arrasados e incorformados, apesar de que sabíamos que um dia eles partiriam.
Semana passada, numa sexta-feira de manhã de muita chuva, quando eu estava indo para o ponto de ônibus para ir trabalhar, quando passava ao lado de um supermercado, eu ouvi uns miadinhos sofridos e como de costume, comecei a procurar e vi uma gatinha tricolor, tentando se esconder em baixo do ar condicionado e aparentemente apavorada e toooda encolhida, que eu pensei que ela estava ferida.
Venon é um cachorro muito especial e nos encontramos no momento certo. Faziam 7 meses que eu e meu esposo João tínhamos perdido nossa Weimaraner de 13 anos e estávamos sentindo um vazio enorme em casa, amigos solidários sempre querendo nos dar um filhote mas decidimos q só pegaríamos um caso achássemos um abandonado.
Tenho muito amor por eles, todos são resgatados e gostaria de poder fazer ainda mais. (Aqui em casa tenho 10 cães e 8 gatos e no sitio tenho muito mais). São todos castrados e vacinados. Não adianta só amá-los. Temos que ter responsabilidade e cuidados com eles e prevenir novos abandonos.
Ligia Sommers
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Perto de minha casa ha uma pet shop. Uma das atendentes, a Theresinha, passa diariamente pelo nosso bairro recolhendo animais abandonados. Ela tem sua casa repleta de lindinhos, e mais uma casa abandonada que herdou, onde deixa os que não cabem mais na sua casa. Ela cuida de todos eles, levando ao veterinario (na SOZED) e alimentando.
“Essa é a Paçoca, o mais novo membro da minha família. Me apaixonei por esses orelhões e essa carinha de ratazana assim que vi sua foto, e percebi que não haveria vira-latinha melhor para ser batizada de Paçoca (nome que escolhi muito antes de adotá-la)! Hoje posso dizer que um lar sem um peludinho é apenas uma casa :)”
Ana Leticia Angrisano
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Encontrei o Theobaldinho quando fui levar minha filha mais velha ao veterinário. Era um dia nublado, estávamos esperando uma chuva torrencial a qualquer momento, e ele havia sido abandonado em uma caixa de sapatos, em um rio, com mais 2 irmãos. Uma moça os levou ao veterinário pedindo ajuda, pois quando ela os viu não teve coragem de deixá-los mas não podia ficar com eles, pois estava de viagem marcada para o dia seguinte.
“A Malu foi a primeira na minha vida, ela apareceu num dia chuvoso só com um miadinho no outro dia vimos a gatinha e não restou dúvida, foi amor à primeira vista… Hoje ela não esta mais conosco mas faz muita falta, nos fez muito feliz.”
Suzana Lobato
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